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riscos_e_rabiscos

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* Segunda feira molhada é... *

... semana abençoada! Ou não! 

 

Ora então vejamos:

- Fui acordada às oito da manhã por uma mensagem dasquelas correntes "Tens de fazer isto para acontecer aquilo". Haja paciência! Ao menos mandem estas coisas a horas decentes! (Não preciso de acordar tão cedo... )

 

- Acordei com uma crista no cabelo - dos cabelos que me cairam com a anemia grave que tive - teimosa como uma mula e que só se acalmou depois de levar com água em cima. Não bastava a chuva?

 

- Está um lindo dia de chuva, mesmo bom para ficar em casa, e hoje é o meu pior dia da semana pois tenho de ir para duas escolas que ficam cada uma numa ponta da cidade. Nem vou falar no peso da minha mala e do apêndice chamado chapéu de chuva que vai ter de ir comigo Vou ficar com as calças encharcada até aos joelhos, já sei! 

 

- Na primeira escola, um aluno espetou um lápis num olho, ao colocar a mão no ar para me fazer uma pergunta... OMG!!!!

 

- Na segunda escola, uma aluna ao apanhar a borracha, bate com um olho no bico da mesa! OMG!!!! (Hoje deve ser o dia dos olhos! )

 

- Descoberta de um aluno com comportamento de psicopata! Iacs!

 

- Peço à minha mãe para me levantar a tal mamografia que eu fiz, falámos disso várias vezes no fim de semana e hoje, chega a casa e diz que se esqueceu!!! Vá lá que a consulta não é amanhã... Não se pode confiar em ninguém, caraças!

 

Que mais me irá acontecer?

Post em atualização sempre que possível! 

* Estou mesmo chateadinha! *

Depois de ter soltado os prisioneiros - entenda-se dedos dos pés - e ter andado de sandálias graças às temperaturas de verão que todos nós rezámos para que ficassem, hoje temos um dia de inverno a sério!

 

Não quero vestir camisolas grossinhas, não quero por os meus lindos pézinhos de princesa enclausurados nas botas e não me apetece ir trabalhar de chapéu de chuva atrás!

 

Mas quem é que desligou o botão do sol e do calor? Acuse-se se faz favor, eu juro que não lhe faço mal. Chuifs!

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Já disse que não me apetece ir dar aulas e estar fechada duas horas na sala, não? Então digo agora!

* O meu chapéu de chuva suicidou-se! *

O tempo não se decide, São Pedro está de mau humor e o meu chapéu de chuva, farto e desesperado, suicidou-se!

 

Precisava de umas coisas, chovia pouco e decidi ir ao supermercado. Compras feitas, saio do supermercado e abro o chapéu porque continuava a chover e com mais força. Vinha eu tranquilamente a atravessar o jardim que faz caminho para casa quando, de repente, "PÁAAAA"! Um super estoiro, tipo bomba! Eu dou um salto, a senhora que vinha de frente para mim dá outro salto assustada e o meu chapéu de chuva fica todo partido mas hirto e firme como um barra de ferro em direção ao céu!!!

 

Escangalhei-me a rir! Mas que coisa tão ridícula! Porque é que o meu chapéu de chuva não se partiu de uma forma normal, igual ao das outras pessoas? Não! Tinha de ser de forma original e escandalosa para que toda a gente e mais um par de botas soubesse que ele ia cessar funções!!! Ah e não levei uma trinca do rotweiller que estava atrás de mim porque o cão deve ter ficado tão parvo que nem reagiu!

 

Mas porque é só a mim é que acontecem estas coisas parvas?!? Bom, pelo menos sempre animou um dia de chuva horrivel e deixou uma história para contar...

umbrella3.jpg

 

 

 

{ Hoje estou em modo... }

ATCHIM!

atchim!

atchim!

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Ontem era a dor de cabeça que estava comigo. Hoje, com a vinda da chuva, começou a festa no meu nariz, isto é, a minha querida alergia veio fazer-me companhia. Já estou com o nariz em obras de tanto espirrar e assoar.

Mas eu acredito que o meu organismo está baralhado e pensa que já estamos na primavera por causa daqueles dias lindos de sol, daí este espetáculo de espirros qual fogo de artifício!

Se eu vos disser que, na escola, acabei com o arsenal de lenços de papel que tinha na minha mala e quase acabei com os papés de limpar as mãos que estão nas salas, vocês acreditam?!? 

vou pedir o livro de reclamações ao São Pedro, ai vou, vou!

Ó São Pedro, ninguém merece!

Ser acordada às 6.30 da manhã com um temporal desgraçado com trovoada e chuva é assim um bocadinho demais! Já pensaste que se calhar a esta hora haveria alguém que precisava de dormir mais um pouco? 

 

Como se não bastasse o estardalhaço da madrugada, de vez em quando ainda nos brindas assim com uma espécie de rio... assim que te dá na telha, abres as comportas e chove-nos um rio em cima!

 

Ora conta lá onde tens o Livro de Reclamações, ó São Pedro, para eu te deixar lescritas umas palavrinhas. Pode ser?

Que lindo dia! ♥

 

Já tinha confessado que estava com saudades do tempo mais fresco, dos dias de outono. Não é que não goste do sol mas ele anda tão baixo que já não suporto o seu calor! E depois ficar enfiada numa sala quente com as turmas é uma autêntica sauna penosa. É que o "calor humano" é poderoso!

 

Na verdade, apetecia-me ir para o meio da rua receber a chuva que cai directamente na minha cara. Ansorvê.la, senti-la e abraçã-la para lhe dar as boas vindas.

 

São estas coisas simples da vida que conseguem proporcionar-me um dia feliz! 

Que dia tão... animado!?!

Tudo indicava que iria ser um dia normal. Levantar, manter a rotina dos trabalhos matinais, almoçar e ir para a escola. Mais normal e rotineiro, impossível.

 

Precisei de imprimir umas coisas para levar para a escola hoje e a minha impressora começou a armar-se em parva. Às vezes tem destas "birrinhas" que lhe passam, por isso dei-lhe um desconto e não liguei ao assunto.

 

Hora de ir apanhar o autocarro, abro a porta do prédio e levo logo com uma "rabanada de vento molhada" na cara. Boa! Toma lá que é para lavares a cara outra vez e acordares... Desci a rua a toque de vento e fui beber um café. Atravessei a estrada à papo seco mas com cuidado, só quando não vem nenhum carro mesmo. Ora hoje tinha de ter assim uma espécie de fait divers. Então não é que um velhote resolveu fazer o mesmo que eu?!? Apesar de não ser aconselhável, principalmente se se é trôpego das pernas tal como ele era, há bastantes velhotes que ali o fazem naquela estrada perigosa.  

 

Ora a bem da verdade, ia-se dando uma desgraça! Não é que o velhote, que me queria ultrapassar na passadeira, deu-me um encontrão, enroscou-se em mim e quase caímos os dois? Teria sido chato pois teríamos ficado todos enlameados e molhados mas teria sido ainda pior porque subitamente surgiu um autocarro e mais dois carros que nos podiam ter passado a ferro aos dois! Buzinão brutal do autocarro e com toda a razão. Quem não tem pernas fiáveis não se pode lançar à aventura!

 

Lá bebi o café a contar segundos para ver se não perdia o meu autocarro. Lanço a mão à mala e nada de passe. Mão no bolso e nada outra vez. Fokas! Deixei o passe no outro casaco. Telemóvel em riste (que não queria fazer a chamada) liguei à minha mãe "ó mãe vê lá se o passe está no casaco tal... tá? então traz-me aqui à paragem...". Sempre era mais rápido assim.

 

Já com o passe na mão é com alívio que vislubro o meu autocarro ao fundo da rua. Assim que chega à paragem, fecho o chapéu de chuva - sim, porque tudo isto se passou à chuva - espero pela minha vez de entrar e quando meto o primeiro pé dentro do autocarro... parei! Gerou-se ali um entupimento repentino. "Fokas! Está a chover e eu estou a ficar atrasada...", pensei eu. Entretanto apercebo-me o que se passa: uma gaja (sim, gaja!) entrou com o carrinho da bebé pela frente do autocarro cujo corredor era mais estreito do que o dito carrinho. Em vez de ter pedido para o motorista abrir a porta de trás, não, preferiu ficar ali a insultar o homem e a obrigar-nos a todos a estar cá fora de novo à chuva, à espera que a gaja saísse para entrar pela porta detrás. Só a mim!

 

Como hão-de calcular, perdi o segundo autocarro. Cheguei cinco minutos atrasada às aulas, tinha lá uma mãe, cuja filha fazia anos, a partir bolo de aniversário e que me ofereceu um fatia. Era de chocolate com recheio de doce de amora. Original e muuuito saboroso. 

 

Custei a chegar a casa - e como eu estava desejosa! - pois com o mau tempo os autocarros estavam todos atrasados. Subi a minha rua lentamente à chuva e ao vento e quando entrei em casa, suspirei e disse para os meus botões: "enfim, em casa!".

 

Este foi um daqueles dias em que não devíamos sair de casa. Não fosse a fatia de bolo (já disse que era delicioso?) e o dia não se salvava! :PPPP

 

Coisas que me irritam profundamente!

De manhã levantei-me cedo e fui saborear a forte chuva que caía, indo até à pastelaria beber um café (que mo pagaram e por isso poupei 0,55 cents!) Como precisava de uma fitinha para um trabalho que tenho em mãos, fui à retrosaria aqui do sítio.

 

Cheguei lá, estava uma senhora a ser atendida mas como ela ia querer muita coisa e eu não, a dona da retrosaria passou-me à frente para me despachar. Enquanto era atendida, chegam mais duas senhoras. Como o que eu pretendia não havia, dei meia volta, peguei no meu chapéu de chuva e vim para casa.

 

Ainda mal tinha chegado a casa, tocam insistentemente à campainha. Vou abrir a porta a meio da troca de roupa de andar por casa e vejo uma senhora aqui da rua. Pensei que se tivesse enganado no andar, coisa que é muito comum entre a casa da minha mãe e a de uma vizinha.

 

Assim que me vê, a mulherzinha diz-me:

 

- Olhe trouxe o meu chapéu de chuva da retrosaria...

 

Achei aquilo estranho, mas mesmo tendo a certeza que tinha trazido o meu, fiquei na dúvida. Sei que sou meia despassarada mas em toda a minha vida nunca me enganei numa coisa assim do género. Os despassaramentos têm a ver com coisas minhas, pessoais.

 

Fui buscar o chapéu para ter a certeza absoluta de que era mesmo o meu e não um outro parecido ou até igual. Era mesmo o meu pois tem uma marca no cabo. Estendi o chapéu à mulher, mostrando-lho, ao mesmo tempo que lhe dizia:

 

- O chapéu que eu trouxe foi o meu, que é este...

 

Ela responde-me:

 

- Mas trouxe o meu chapéu... só lá estava você, outra senhora que ainda lá ficou e eu com a Dona não-sei-quantas...

 

Repeti, estendendo-lhe o chapéu:

 

- Desculpe mas o chapéu que eu trouxe é este e é o meu... veja lá, apalpe.. ainda está a pingar...

 

A estúpida da mulher voltou a dizer-me que eu tinha trazido o chapéu dela, o que me fez começar a deitar fumo pelas orelhas. Então não viu que não era o chapéu dela? Das duas uma, ou queria um chapéu novo (coisa que o meu não é) ou já nem reconhece o seu próprio chapéu de chuva!

 

Já danada, disse à mulher:

 

- Mas pegue lá no chapéu e veja se é o seu (coisa que ela não fez)... Veja lá se não foi a outro lado antes e tenha sido aí a troca de chapéus... é que por acaso este é o meu único chapéu de chuva, não tenho mais nenhum!

 

A mulher respondeu-me que "não" muito pouco convicta e ao mesmo tempo a desconfiar do que lhe dizia!!! Acreditam nisto?!?

 

Conclusões a tirar:

 

- o melhor a fazer é colocar uma etiqueta com o meu nome no chapéu, tal qual se fazem com as coisas dos miúdos, ainda assim não venha outra louca qualquer reclamar um chapéu que é MEU;

 

- lembrar de JAMAIS largar o meu chapéu de chuva onde quer que vá, mesmo que estaja a escorrer que nem torneira aberta... assim evita-se confusões.

 

- se há coisa que me tira do sério é desconfiarem de mim... eu não minto e nem o sei fazer e ainda por cima com a porra do chapéu à frente dos olhos, o raio da mulher não viu que não era o dela?!?

 

AAAARRRRRGGGGGHHHH! {#emotions_dlg.evil}

Quem foi o safardana...

que deixou a porta do frigorífico aberta hoje? É que está um gelo que nem se aguenta!!! Ah e já agora, dispensava a chuvinha. É que só uma espécie de mau tempo chega, não é? Podiam ter dito que o tempo ia passar de 8 para 80, não é? 

 

De manhã quando abri a janela, ia ficando gelificada! Ainda se conseguiram formar umas estalactites na ponta do meu nariz naqueles breves segundos, que depois espantei com uma sacudidela de cabeça.

 

Já sabem que se não disser nada entre hoje e amanhã é porque congelei quando fui trabalhar e devo estar no forno a voltar ao normal . :PPPP